19/03/2012
17/03/2012
14/03/2012
13/03/2012
BH É NOSSA: Samba Marginal dos Crioulos Doidos
Domingo foi dia chuva.
As águas de março chegando! E nem tão óbvio aos que reclamavam, foi a "promessa de vida" no coração da cidade bela e cheia de horizontes.
Era o Samba Marginal dos Crioulos Doidos na Praça Raul Soares. Não eram muitos, mas fizeram sorrir os motoristas no trânsito em torno, dançar a senhora-menina, cantarolar os desafinados, batucar os pés, requebrar sentimentos.
Os céus rufaram os tambores e eles responderam com pandeiros, agogôs, latinhas com milho de pipoca e alegria afinada.
Céu e terra. Sagrada gente. Divina música.
Outros domingos virão.
Outros Sambas.
Mais Crioulos Doidos.
Crioulos de todas as cores e lugares.
Bem-vindos!
EDUCAÇÂO NÂO É MERCADORIA: greve nacional
Cresce, em todo o país, a adesão à greve nacional dos professores, programada para ocorrer entre quarta-feira (14) e sexta-feira (16). O objetivo da mobilização é garantir a aplicação do piso nacional do magistério.
A lei do piso, válida desde 2008, prevê o pagamento de R$ 1.451 para uma jornada de até 40 horas. Enquanto governos municipais e estaduais alegam que não têm recursos financeiros suficientes para pagar o piso, os professores argumentam que houve tempo suficiente de readequar o orçamento para cumprir a lei.
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Parque Cocaia e Cantinho do Céu: na luta por seus Direitos
À época o CEDECA Interlagos se juntou aos moradores de toda a região na busca de informações junto ao Estado, prefeitura e governo estadual, e de garantia da proteção e acesso aos direitos destas pessoas. Além disto, compôs o grupo dos organizadores da II Jornada de Moradia de São Paulo, junto com a Defensoria Pública de São Paulo e movimentos sociais os mais diversos.
Esta luta teve como causa urgente a retirada dos moradores pelo Programa Mananciais, que tinha como discurso a proteção das áreas de mananciais de São Paulo e, que na prática significava colocar os moradores na rua com um cheque de cinco a oito mil reais e passar com os tratores sobre as casas.
Se retomo este percurso histórico é porque a prática de retirar pessoas de suas casas sob o discurso da proteção ambiental e na verdade, na proteção dos direitos á propriedade e do capital, continuam acontecendo. É o caso da comunidade do Pinheirinho, em 2012.
Se retomo este percurso é também porque se faz necessário registrar que se o Estado não desiste de tomar a população como objeto inanimado de suas "políticas higienistas", as pessoas insistem em não se calar e lutar, pelo que lhes é de Direito.
A luta no Cocaia e no Cantinho do Céu, agora, é pela Saúde:
Em vídeo, moradores do Parque Residencial Cocaia e do Cantinho do Céu, no bairro do Grajaú, na zona sul de São Paulo (SP), denunciam as condições precárias do atendimento de saúde na região. Conforme relatos, a população encontra dificuldades para agendar consultas e exames e faltam médicos e remédios no único posto de saúde, a Unidade Básica de Saúde (UBS) Parque Residencial Cocaia Independente.
Os moradores reivindicam a abertura imediata da UBS Cantinho do Céu, há vários anos prometida pelo governo municipal. Segundo eles, a construção da nova UBS contribuirá para diminuir o número de pacientes atendidos pelo posto de saúde do Parque Residencial Cocaia.
Na última terça-feira (6), os moradores realizaram o primeiro de uma série de protestos pela construção da UBS Cantinho do Céu e contra as condições do atendimento de saúde na região.
No próximo dia 10 de abril, Dia Mundial da Saúde, organizações e entidades sociais, trabalhadores e usuários convocam o Ato Unificado da Saúde em São Paulo. A manifestação começará às 10h na Praça da Sé e seguirá pelo centro da capital paulista, passando pelas ruas Boa Vista e Libero Badaró, e culminará em frente à Prefeitura de São Paulo.
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