29 de mai. de 2012
Sim à Saúde! NÂO AO ATO MÉDICO!

Chamamos todos os psicólogos, psicólogas, demais profissionais da saúde e estudantes a participarem, no dia 30 de maio, da Mobilização Nacional contra o Ato Médico, que será realizada em Brasília-DF, a partir das 9h, na Esplanada dos Ministérios (em frente ao Congresso Nacional).
A mobilização – organizada pela Frente dos Conselhos Profissionais da Área de Saúde (FCPAS)- tem como objetivo reivindicar os direitos dos profissionais da saúde por meio da não-aprovação do Projeto de Lei nº 268/2002, conhecido por “PL do Ato Médico”, que trata da regulamentação do exercício da medicina e, com o texto atual, priva as profissões da saúde do livre exercício de suas atividades.
O projeto tramita no Congresso há 10 anos sem ter alcançado consenso dado aos graves problemas presentes na proposta. Entre eles, o artigo 4º, que determina serem atividades privativas do médico o diagnóstico nosológico e a prescrição terapêutica. Ou seja, diz que só os médicos podem diagnosticar uma doença e decidir sobre o tratamento.
Lembramos que para o Conselho Federal de Psicologia (CFP), a regulamentação da medicina é importante e deve ocorrer, no entanto, como está a proposta no PL, ela é feita em detrimento das atividades das outras profissões da área da saúde e resulta em uma hierarquia profissional maléfica para o Sistema Único de Saúde .
Para ser aprovado, o projeto deve passar ainda pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e pelo Plenário do Senado.
Vamos juntos lutar, no dia 30 de maio, pelos direitos de todos os profissionais da saúde e evitar que o PL seja aprovado da forma como está, impedindo a contribuição de todo o conjunto de profissionais da área para a promoção da saúde!
/pol/cms/pol/noticias/.org.br
21.05.2012 por
Participe da mobilização do dia 30 de maio: Sim à saúde! Não ao ato médico!
SIM à saúde NÃO ao ato médico
Chamamos todos os psicólogos, psicólogas, demais profissionais da saúde e estudantes a participarem, no dia 30 de maio, da Mobilização Nacional contra o Ato Médico, que será realizada em Brasília-DF, a partir das 9h, na Esplanada dos Ministérios (em frente ao Congresso Nacional).
A mobilização – organizada pela Frente dos Conselhos Profissionais da Área de Saúde (FCPAS)- tem como objetivo reivindicar os direitos dos profissionais da saúde por meio da não-aprovação do Projeto de Lei nº 268/2002, conhecido por “PL do Ato Médico”, que trata da regulamentação do exercício da medicina e, com o texto atual, priva as profissões da saúde do livre exercício de suas atividades.
O projeto tramita no Congresso há 10 anos sem ter alcançado consenso dado aos graves problemas presentes na proposta. Entre eles, o artigo 4º, que determina serem atividades privativas do médico o diagnóstico nosológico e a prescrição terapêutica. Ou seja, diz que só os médicos podem diagnosticar uma doença e decidir sobre o tratamento.
Lembramos que para o Conselho Federal de Psicologia (CFP), a regulamentação da medicina é importante e deve ocorrer, no entanto, como está a proposta no PL, ela é feita em detrimento das atividades das outras profissões da área da saúde e resulta em uma hierarquia profissional maléfica para o Sistema Único de Saúde .
Para ser aprovado, o projeto deve passar ainda pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e pelo Plenário do Senado.
Vamos juntos lutar, no dia 30 de maio, pelos direitos de todos os profissionais da saúde e evitar que o PL seja aprovado da forma como está, impedindo a contribuição de todo o conjunto de profissionais da área para a promoção da saúde!
2 de mai. de 2012
9 de mar. de 2012
7 de mar. de 2012
28 de fev. de 2012
NOTA DE REPÚDIO DO CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA ao manifesto do Conselho Federal de Medicina quanto ao Ato Médico
Quando diz que para diagnosticar a depressão os psicólogos precisariam estudar psiquiatria em sua fala “Como tratarão neuroses, esquizofrenia? Só com papo e conversa? De jeito nenhum. Essas doenças são causadas por deficiências bioquímicas, e os pacientes precisam de medicamentos.”, o presidente do CFM demonstra total falta de respeito com uma categoria que estuda a saúde mental, em seus pormenores, durante os cinco anos do curso de graduação em Psicologia. Ao dizer que os psicólogos não são capazes de diagnosticar, o Presidente demonstra total desconhecimento de nossa profissão e desrespeita uma categoria que estuda o diagnóstico mental, inclusive, por mais tempo que os médicos. Isto sem contar com a residência e pós-graduação em Psicologia, que permitem que os psicólogos aprofundem ainda mais os conhecimentos sobre o tema e técnicas e conhecimento relativos ao diagnóstico.
Da forma como descreve a atuação dos psicólogos, o presidente banaliza uma técnica utilizada há mais de cem anos, a Psicoterapia, e nega o princípio da integralidade do Sistema Único de Saúde, que visa a garantia do fornecimento de um conjunto articulado e contínuo de ações e serviços preventivos, curativos e coletivos, exigidos em cada caso para todos os níveis de complexidade de assistência, englobando ações de promoção, proteção e recuperação da saúde! Ou seja, em nome do corporativismo médico, o presidente do CFM, equivocadamente, sugere que se ignore a visão do homem em todas as suas dimensões, psicológicas e sociais,, conforme a definição de saúde da Organização Mundial de Saúde como situação de perfeito bem-estar físico, mental e social.
O presidente do CFM, com suas palavras, demonstra pensar ser o medicamento o carro-chefe do tratamento, limitado à prescrição e reduzindo o homem a uma forma puramente biológica.
Importante lembrar que o Direito à saúde faz parte dos direitos sociais, que têm como inspiração o valor da igualdade entre as pessoas, reconhecido na Constituição Federal de 1988, de modo não limitado, e sim multiprofissional e integral.
A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para a promoção, proteção e recuperação.
A Psicologia repudia essa fala pois tem certeza que não só os psicólogos, mas os próprios médicos não concordam com uma posição retrógrada e limitada como esta.
15 de fev. de 2012
Comunidades Terapêuticas
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE/MT), por meio da Promotoria de Justiça de Cuiabá, instaurou, no início de janeiro, Inquérito Civil para fiscalizar serviços prestados por Comunidades Terapêuticas (CT) da região. O objetivo é fiscalizar o funcionamento dos serviços prestados pelas casas de recuperação de dependentes químicos denominadas “JKR” e “Lar Cristão Ala Feminina”.
Segundo o Relatório da 4ª Inspeção Nacional de Direitos Humanos: locais de internação para usuário de drogas, a CT Lar Cristão Ala Feminina utiliza-se da “disciplina e da Palavra de Deus” como tratamento. Quando as regras são desobedecidas, as usuárias ficam sem refeição até o momento que obedecem. Não há intervenção psicológica no tratamento.
A CT masculina JKR tem como metodologia de tratamento os Doze Passos, Plano de Prevenção a Recaída (PPR) e Terapia Racional Emotiva (TER). As crises de abstinência são cuidadas com medicação oral e contenção mecânica do leito. Algumas dessas crises são tratadas no “quarto de reflexão”, que é um local de isolamento com restrição de luz, comida e ventilação.
As entidades de recuperação do Mato Grosso foram vistoriadas pela Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia (CNDH/CFP), Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE/MT), Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPE/MT), Conselho Regional de Enfermagem (Coren/MT) e também pelo Conselho Regional de Serviço Social (CRESS/MT).
Os Conselhos Regionais, assim como o Federal, prezam pela qualidade dos serviços prestados à sociedade. Para a presidente do CRP 18, Maria Aparecida de Amorim Fernandes, a parceria do MPE garante o controle desses serviços de forma continuada.
8 de set. de 2008
Saúde Mental e Educação
Universidade de São Paulo. Nesse contexto, o Laboratório de Saúde Mental Coletiva (LASAMEC) do Departamento de Saúde Materno-infantil busca manter um estreito compromisso com a Saúde Pública Brasileira; com esse objetivo congrega profissionais pesquisadores em diversas áreas da atenção em Saúde Mental Infanto-Juvenil.
Local: Faculdade de Saúde Pública da USP. Avenida Dr. Arnaldo, 715. Sala Paula Souza.
Data: 19 de setembro de 2008; sexta feira.






