6 de jun. de 2012
29 de mai. de 2012
Sim à Saúde! NÂO AO ATO MÉDICO!

Chamamos todos os psicólogos, psicólogas, demais profissionais da saúde e estudantes a participarem, no dia 30 de maio, da Mobilização Nacional contra o Ato Médico, que será realizada em Brasília-DF, a partir das 9h, na Esplanada dos Ministérios (em frente ao Congresso Nacional).
A mobilização – organizada pela Frente dos Conselhos Profissionais da Área de Saúde (FCPAS)- tem como objetivo reivindicar os direitos dos profissionais da saúde por meio da não-aprovação do Projeto de Lei nº 268/2002, conhecido por “PL do Ato Médico”, que trata da regulamentação do exercício da medicina e, com o texto atual, priva as profissões da saúde do livre exercício de suas atividades.
O projeto tramita no Congresso há 10 anos sem ter alcançado consenso dado aos graves problemas presentes na proposta. Entre eles, o artigo 4º, que determina serem atividades privativas do médico o diagnóstico nosológico e a prescrição terapêutica. Ou seja, diz que só os médicos podem diagnosticar uma doença e decidir sobre o tratamento.
Lembramos que para o Conselho Federal de Psicologia (CFP), a regulamentação da medicina é importante e deve ocorrer, no entanto, como está a proposta no PL, ela é feita em detrimento das atividades das outras profissões da área da saúde e resulta em uma hierarquia profissional maléfica para o Sistema Único de Saúde .
Para ser aprovado, o projeto deve passar ainda pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e pelo Plenário do Senado.
Vamos juntos lutar, no dia 30 de maio, pelos direitos de todos os profissionais da saúde e evitar que o PL seja aprovado da forma como está, impedindo a contribuição de todo o conjunto de profissionais da área para a promoção da saúde!
/pol/cms/pol/noticias/.org.br
21.05.2012 por
Participe da mobilização do dia 30 de maio: Sim à saúde! Não ao ato médico!
SIM à saúde NÃO ao ato médico
Chamamos todos os psicólogos, psicólogas, demais profissionais da saúde e estudantes a participarem, no dia 30 de maio, da Mobilização Nacional contra o Ato Médico, que será realizada em Brasília-DF, a partir das 9h, na Esplanada dos Ministérios (em frente ao Congresso Nacional).
A mobilização – organizada pela Frente dos Conselhos Profissionais da Área de Saúde (FCPAS)- tem como objetivo reivindicar os direitos dos profissionais da saúde por meio da não-aprovação do Projeto de Lei nº 268/2002, conhecido por “PL do Ato Médico”, que trata da regulamentação do exercício da medicina e, com o texto atual, priva as profissões da saúde do livre exercício de suas atividades.
O projeto tramita no Congresso há 10 anos sem ter alcançado consenso dado aos graves problemas presentes na proposta. Entre eles, o artigo 4º, que determina serem atividades privativas do médico o diagnóstico nosológico e a prescrição terapêutica. Ou seja, diz que só os médicos podem diagnosticar uma doença e decidir sobre o tratamento.
Lembramos que para o Conselho Federal de Psicologia (CFP), a regulamentação da medicina é importante e deve ocorrer, no entanto, como está a proposta no PL, ela é feita em detrimento das atividades das outras profissões da área da saúde e resulta em uma hierarquia profissional maléfica para o Sistema Único de Saúde .
Para ser aprovado, o projeto deve passar ainda pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e pelo Plenário do Senado.
Vamos juntos lutar, no dia 30 de maio, pelos direitos de todos os profissionais da saúde e evitar que o PL seja aprovado da forma como está, impedindo a contribuição de todo o conjunto de profissionais da área para a promoção da saúde!
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Brasil: Eleições 2012 - ainda há tempo
As eleições este ano já movimentam não só os partidos, mas também os movimentos sociais.
Movimento é um significante interessante. No guru virtual Wikipédia, encontramos:
Em física, movimento é a variação de posição espacial de um objeto ou ponto material no decorrer do tempo.
Na filosofia clássica, o movimento é um dos problemas mais tradicionais da cosmologia, desde os pré-socráticos, na medida em que envolve a questão da mudança na realidade. Assim, o mobilismo de Heráclito considera a realidade como sempre em fluxo. A escola eleática por sua vez, principalmente através dos paradoxos de Zenão, afirma ser o movimento ilusório, sendo a verdadeira realidade imutável.
Aristóteles define o movimento como passagem de potência a ato, distinguindo o movimento como deslocamento no espaço; como mudança ou alteração de uma natureza; como crescimento e diminuição; e como geração e corrupção (destruição).
No universo descrito pela física da relatividade, o movimento nada mais é do que a variação de posição de um corpo relativamente a um ponto chamado "referencial".
Há considerações para todos os gostos. Ilusão ou verdade? Lacan não está aí entre os citados, mas há duas afirmações dele que também podem ser trazidas para pensarmos o "movimento": "todo ponto é ponto de partida" e "a verdade só pode ser meio-dita".Então, quanto de ilusório ou de verdadeiro o movimento produzido em nossas cidades, em torno das eleições de 2012 e já articulado às eleições em nosso país, é questão que precisa ser sempre investigada.
Se a informação não é detentora da verdade, posto que só pode ser meio-dita, ela é, entretanto, um recurso importante. Tão importante que os partidos investem parte significativa de seus orçamentos à "produção" de informações que apresentem e convençam os sujeitos se tornarem eleitores de seus cadidatos.
Mas, não é recurso exclusivo dos partidos. Nem dos movimentos sociais. É possível a cada um.
As eleições continuam sendo um momento/espaço (opa! e o movimento aí? quão ilusório ou verdadeiro?) a ser ocupado por todos e cada um de nós. A cada ponto.
Aqui está um deles:
http://www.excelencias.org.br/
Apostar no movimento. Na mudança não só de posição espacial, mas de posicionamento ético no laço social. Ter lucidez das infinitas nuances do jogo político, mas exigir de modo intransigente que a meia-verdade possível de ser dita aí seja autêntica e legítima. E se há os que não se lembram que isto quer dizer honestidade entre o compromisso assumido com o povo que o elegeu e as práticas cotidianas no exercídio do poder público; isto não deve constituir obstáculo intransponível a cada um que traz no peito a esperança e na luta diária ações que transformam o mundo.
A realidade é sempre um fluxo? Mas, não é sem materialidade. Histórica. Complexa. Matéria prima que não é tabula rasa e está disponível aos nossos saberes e fazeres, na produção de um futuro tão semelhante ou distinto do passado quanto permitir o entrançamento de nossos desejos e atos políticos hoje.
A luta continua! E se já não é com todos os mesmos companheiros de ontem; outros chegaram e se achegarão. Porque se há algo inegociável é o ponto ético a partir do qual nos demos as mãos. Este ponto se movimenta sim, mas é no deslizamento que insiste em manter acesa a ideia de um tempo de respeito e solidariedade entre os Homens, apesar dos muitos sofismas em torno da governabilidade em tempos de discurso capitalista.
Ainda há tempo.
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